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A 150 por hora

Lobão e Claudio Tognolli

Era início de 2009, ainda engatinhava no mundo fantástico e ao mesmo tempo paradoxal do jornalismo. Era quase um foca, e ali estava pronto (ou quase) para conversar com nada mais, nada menos que Lobão. Confesso que não era muito fã de seu lado sonoro, porém, sempre o admirei pela coragem de falar coisas que pessoas politicamente corretas espalhadas por aí, abominavam. A partir disso conversei com meus botões: “Se ele não pensava duas vezes em dar uma resposta atravessada para jornalistas mais experientes, o que dirá comigo, um reles recém-formado?” Mas ao contrário do que temia, a nossa conversa transcorreu na mais perfeita ordem. O bate-bola foi tranquilo, tanto que ao final, lhe pedi um autógrafo para minha namorada. Disse que ela o adorava e ele me respondeu com sua “modéstia” peculiar: “Ela tem bom gosto”. Depois daquela dia, João Luís Woerdenbag Filho, o Lobão, ganhou mais um fã. E possivelmente deve ganhar mais alguns reais, pois 50 anos a mil, obra autobiográfica que acaba de lançar, já entrou na fila da minha cabeceira.

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